terça-feira, 24 de abril de 2012

EMBRAER – RECEPTAÇÃO CONTINUADA- REESTATIZAÇÃO JÁ!


A privatização da EMBRAER, foi um golpe contra os BRASILEIROS, foi um golpe contra os funcionários e nada mais é do que uma GIGANTE RECEPTAÇÃO, receptada pelo preço de apenas 3 AVIÕES KC-390 (FOTO), DOS MILHARES QUE FABRICA, praticada ao arrepio da lei, a propósito, RECEPTAÇÃO é um CRIME previsto em LEI -

Receptação

Art. 180 - Adquirir, receber, transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro, de boa-fé, a adquira, receba ou oculte: (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 24.12.1996)

Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 9.426, de 24.12.1996)

E só há um jeito de reparar este dano, que por sí só é IRREPARÁVEL, pelo menos amenizar, é a EXEMPLO DA ARGENTINA - QUE REESTATIZOU O SEU PETRÓLEO,  é também, REESTATIZAR A EMBRAER JÁ!

Não podemos esquecer que, quando o BRASIL não tinha uma única ESTATAL PRIVATIZADA, O PIB CRESCIA A 13% AO ANO - DE FAZER INVEJA AOS CHINESES - HOJE O CRESCIMENTO DO PIB AMARGA, PÍFIOS 0,5%.

Privatização da Embraer e Governo Lula
Posted on 15/03/2009 by dariodasilva

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Estamos presenciando o resultado da aliança entre a aristocracia ex-operária petista e o capital financeiro.

Vamos ao caso da Embraer:

Demissões

Pelo que diz a imprensa, Lula teria conhecimento das demissões desde pelo menos a segunda-feira, 16. Nessa data, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, comunicou a vários outros membros do governo a decisão da Embraer em demitir 20% do total de seus 21.362 funcionários. Estavam presentes, entre outros, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o ministro das Relações Institucionais, José Mucio, e o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique. É pouco provável que nenhum deles tivesse comunicado ao presidente a extensão do desastre. Ou seja, o núcleo fundamental do governo e a principal central sindical do país sabiam dos planos da empresa.
Não fizeram a hora e esperaram acontecer.[1]

História

A Embraer foi fundada em 1969, pelo Estado brasileiro.
Nenhuma empresa privada jamais ousou arriscar-se a construir uma fábrica de aviões com a pretensão de tornar-se dominante em vários segmentos. Ela só foi privatizada em dezembro de 1994, ainda no governo Itamar Franco, quando já tinha porte, escala de produção, conhecimento técnico acumulado, mercado e promessa de crédito estatal que sustentasse seu desenvolvimento. Na época, a União detinha 95,29% das ações ordinárias e o Banco do Brasil a parcela restante. O preço de venda foi de R$ 190 milhões, quando a moeda brasileira tinha paridade cambial com o dólar estadunidense.

A empresa foi adquirida por um consórcio liderado pelo Banco Bozzano Simonsen, que envolvia a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e outras entidades semelhantes. Juntos, passaram a deter cerca de 40% das ações da companhia. A União permaneceu com 20% do capital. O levantamento é de Aloysio Biondi em seu ‘O Brasil privatizado’, lançado há dez anos.

Hoje em dia, segundo o site da empresa, a composição societária envolve ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (29,8%), ações na Bovespa (18,2%), a Previ (14,2%), a Janus Capital Management (10,5%), o Grupo Bozzano (10,4%), a BNDESPAR (5,2%), os Oppenheimmer Funds (6,2%), Thornburg Investment (5,2%). A União detém 0,3% do total, com direito a veto em decisões estratégicas.
Com 51,7% de capital externo, a Embraer não é mais uma empresa brasileira.[2]

Financiamentos

Entre 1997 e 2008, a empresa foi beneficiada com R$ 19,7 bilhões (US$ 8,39 bilhões), por parte do BNDES, destinados ao financiamento à exportação de aviões, segundo dados do próprio banco. Se adotarmos uma conta generosa para com a Embraer, utilizando como métrica a paridade dólar/ real de 1 para 1, podemos dizer que a companhia foi agraciada com um valor total de financiamentos equivalente a 44 vezes seu valor de venda. Ou seja, apesar de ser privada, ela não sobreviveria sem o decidido apoio do Estado.

A Embraer afirmou, em matéria publicada na Folha de S. Paulo de 20 de fevereiro, ter revisto sua previsão de entregas em 2009. De iniciais 270 aeronaves, somente se concretizará a venda de 242 unidades. Mesmo assim, é um aumento expressivo em relação a 2007 (169 aviões) e 2008 (204), conforme informa a página eletrônica da empresa.

Depois de anos de vultosos lucros, a companhia teve um prejuízo de 48,4 milhões no terceiro trimestre de 2008. Apesar do sucesso dos últimos anos, a retração no mercado mundial impõe perdas reais. Mas até agora não se sabe se o prejuízo da Embraer se deve apenas à diminuição da demanda.[3]

São as ligações “ocultas” entre uma tal “esquerda” e a fina flor do capital.

[1] FONTE: http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3038/9/
[2] ibdem

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