segunda-feira, 16 de abril de 2012

ARGENTINA – ATO “HERÓICO DA ÚNICA PATRIOTA LATINA - CRISTINA” ESTATIZA PETRÓLEO


Argentina inicia o processo de nacionalização da YPF
13 DE ABRIL DE 2012 9 COMENTÁRIOS

O governo da Argentina enviou ao Congresso um projeto que declara "o interesse público e sujeita a expropriação" de 50,01 por cento das ações da empresa atualmente detidos pelos sionistas espanhóis da Repsol e o Grupo Petersen em menor grau, de Eskenazy família.

As ações sujeitas a expropriação são 100 milhões de Petersen Group-tudo com o Eskenazy título, e 96.558.000 dos quais é Repsol. No total, 393 milhões YPF momento de ação de classe D, agora propriedade da Repsol por cento 57,43-25,46% e um Grupo Petersen, enquanto alguns carros alegóricos 17,09 por cento saco e 0 , 02 por cento já realizada pelo Estado argentino.

O projeto de lei prevê que, se outra ação é necessária para expropriar o Estado argentino para chegar a 50,01 por cento, os títulos serão expropriados de uma forma que respeite as proporções detidas por outros accionistas.

Quanto ao preço a ser pago pelas ações de expropriar, o texto afirma que "a avaliação deve ser feita pelo Tribunal de Avaliações da Nação com a colaboração do Departamento de Energia."

Também observa que "o poder executivo procurarão chegar a acordo com os detentores das ações sujeitas a expropriação do valor e da forma" de pagamento e, eventualmente, estes acordos devem ser aprovados pelo Congresso Nacional. Também prevê que, se nenhum acordo for alcançado por todas as acções de domínio eminente ", disse o Procurador (Geral da Nação) promover os processos respectivos condenação."

O texto, que tem um total de 62 itens, indicando que a expropriação é regido pela Lei 21.499, que o Poder Executivo "como ato expropriação, sendo autorizada a transferir a titularidade das ações, uma vez expropriadas de qualquer órgão público ou empresa estatal nacional "e que nem a transferência de ações ou qualquer outro feito pelo Estado" será tema do artigo 7 º do estatuto social da YPF ".

Por sua parte o ministro, da Indústria, Energia e Turismo, José Manuel Soria, principal agente dos interesses da companhia petrolífera multinacional no governo espanhol metropolitana, ameaçou na quinta-feira que qualquer "ato de hostilidade" contra empresas do seu país será interpretada como um gesto "para a Espanha" e "conseqüências traz", em referência ao governo argentino.


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