sexta-feira, 9 de março de 2012

ESPAÑA – RAJOY "CABALLO DE TRÓIA SIONISTA"

 
* - * "CAVALO DE TRÓIA QUER DIZER ALGUÉM PLANTADO EM LOCAL ESTRATÉGICO, PARA SIMPLESMENTE AJUDAR O LADO CONTRÁRIO"
 
ESPAÑA – SIONISTA RAJOY ELIMINA LEIS TRABALHISTAS, está defendendo as empresas dos JUDEUS SIONISTAS, em detrimento de seu próprio povo.
Se RAJOY fosse PATRIOTA, estaria sim, fazendo auditoria nas empresas PRIVATIZADAS, e a exemplo do PERÚ, descobriria a maneira que estas empresas sonegam impostos devidos e não pagos ao ERÁRIO ESPANHOL, e, cosequentemente constataria que a ESPAÑA não deve um único vintém a quem quer que seja, pelo contrário o governo espanhol é CREDOR!

--- confiram reportagem feita no PERÚ e comparem mais abaixo o crime de LESA-PÁTRIA que RAJOY está fazendo:

PERÚ- EMPRESA JUDAICO-SIONISTA DÁ CALOTE -- QUEREM CONTABILIZAR "DIVIDENDOS"(LUCROS) COMO SE FOSSEM DESPESAS, ORA JOGA-SE TODO LUCRO COMO DIVIDENDOS AOS ACIONISTAS E NÃO SE PAGA NADA DE IMPOSTOS! ISSO É ESTELIONATO CARACTERIZADO, POIS SÓ HÁ DIVIDENDO, SE HOUVER LUCRO! ONDE FICAM OS IMPOSTOS?

Novo governo do Peru segura renovação de licença da Telefónica

Quinta, 03 Novembro 2011 18:12

O presidente Ollanta Humala quer cobrar da operadora impostos de 1 bilhão de euros, mas a empresa não reconhece a dívida.
Está quente a disputa entre a Telefónica do Peru e o novo governo de Ollanta Humala envolvendo cobrança de impostos atrasados e renovação das licenças da operadora. Segundo o jornal El País, a nova administração quer cobrar da operadora cerca de 1 bilhão de euros (incluindo os juros) sob a forma de impostos atrasados, dívida que a empresa não reconhece, e recorreu à justiça. Segundo a operadora, o governo está querendo recolher impostos sobre clientes inadimplentes além de não aceitar reconhecer como custos o pagamento de dividendos.
O governo peruano está condicionado a renovação das duas licenças da Telefónica ao pagamento desta dívida. Na administração passada, afirma o jornal espanhol, a Telefónica chegou a firmar o acordo de renovação de licença para até 2030 (a empresa está no país desde 1991) com a contrapartida de realizar investimentos de US$ 500 milhões nos próximos cinco anos. Mas o acordo não chegou a ser assinado e a nova administração mandou rever todo o processo.
A operadora espanhola quer que os temas sejam tratados de maneira separada. A disputa pelos impostos está na esfera judicial o que não teria relação, no entender da empresa, com a renovação das licenças. O jornal espanhol afirma que fontes do governo peruano consideram, no entanto, a possibilidade de cobrar da Telefónica pela renovação da concessão ou mesmo lançar um novo edital de venda, o que, argumenta a operadora, estaria contra as leis peruanas. ( Da redação).

Aqui o absurdo CRIME de RAJOY: - Diminuição dos salários em 50%

Governo sionista espanhol aprova nova lei do trabalho – quer dizer, sem estabilidade trabalhista – redução dos salários em 50%
10/02 16:31 CET

Facilitar contratações e despedimentos e lutar contra o emprego temporário são os objetivos da nova lei do trabalho aprovada pelo governo espanhol, no Conselho de Ministros desta sexta-feira. O executivo de Mariano Rajoy diz que com esta reforma haverá “um antes e um depois” no debilitado e rígido mercado laboral espanhol, mas espera uma onda de contestação social.

Alberto Garzón, membro da Esquerda Plural, foi um dos primeiros a reagir: “Esta é uma estratégia que visa desmantelar o pouco que resta do Estado Providência, para seguir um modelo anglo-saxão para dar mais espaço de negócio ao capital privado que são as grandes empresas, os grandes bancos e as grandes fortunas”.

Espanha terminou 2011 com o desemprego nos 22,8 por cento, a taxa mais elevada da Europa, e o desemprego jovem atinge quase os 50 por cento. Face à degradação da situação económica, os analistas do BBVA, segundo maior banco espanhol, estimam que a taxa vai subir para 24,4% este ano e chegar aos 24,6% em 2013.

A nova lei reduz as indemnizações por despedimento dos 45 para 33 dias por ano de trabalho, flexibiliza as contratações e os despedimentos e cria um novo contrato por tempo indeterminado para as PME’s, com menos de 50 funcionários, que terão benefícios fiscais se contratarem pessoas com menos de 30 anos.

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