terça-feira, 24 de janeiro de 2012

EUA – MISÉRIA, CORRUPÇÃO, BANDITISMO E WALL STREET

..."Segundo MICHAEL MOORE, cineasta americano, ganhador de um OSCAR sobre um documentário, em que retrata a situação de penúria que os 450 SIONISTAS donos de 50% da economia americana, estão levando todo o povo americano e também ao desespero, pois a cada 7,5 segundos um americano perde sua casa"...

O capitalismo *(O SIONISMO NA ECONOMIA) e a miséria americana

Jornal do Brasil Mauro Santayana

O capitalismo, dizem alguns de seus defensores, foi uma grande invenção humana. De acordo com essa teoria, o sistema nasceu da ambição dos homens e do esforço em busca da riqueza, do poder pessoal e do reconhecimento público, para que os indivíduos se destacassem na comunidade, e pudessem viver mais e melhor à custa dos outros. Todos esses objetivos exigiam o empenho do tempo, da força e da mente. Foi um caminho para o que se chama civilização, embora houvesse outros, mais generosos, na busca da justiça. Como todos os processos da vida, o capitalismo tem seus limites de espoliação. Quando os ultrapassa, e isso tem ocorrido várias vezes na História, surgem grandes crises que quase sempre levam aos confrontos sangrentos, internos e externos.

A revista Foreign Affairs, que reflete as preocupações da intelligentsia norte-americana (tanto à esquerda, quanto à direita) publica, em seu último número, excelente ensaio de George Packer – The broken contract; Inequality and American Decline. Packer é um homem do establishment. Seus pais são professores da Universidade de Stanford. Seu avô materno, George Huddleston, foi representante democrata do Alabama no Congresso durante vinte anos.

O jornalista mostra que a desigualdade social nos Estados Unidos agravou-se brutalmente nos últimos 33 anos — a partir de 1978. Naquele ano, com os altos índices de inflação, o aumento do preço da gasolina, maior desemprego, e o pessimismo generalizado, houve crucial mudança na vida americana.

Os grandes interesses atuaram, a fim de debitar a crise ao estado de bem-estar social, e às regulamentações da vida econômica que vinham do New Deal. A opinião pública foi intoxicada por essa idéia e se abandonou a confiança no compromisso social estabelecido nos anos 30 e 40. De acordo com Packer, esse compromisso foi o de uma democracia da classe média. Tratava-se de um contrato social não escrito entre o trabalho, os negócios e o governo, que assegurava a distribuição mais ampla dos benefícios da economia e da prosperidade de após-guerra — como em nenhum outro tempo da história do país.

Um dado significativo: nos anos 70, os executivos mais bem pagos dos Estados Unidos *(JUDEUS SIONISTAS) recebiam 40 vezes o salário dos trabalhadores menos remunerados de suas empresas. Em 2007, passaram a receber 400 vezes mais. Naqueles anos 70, registra Packer, as elites norte-americanas se sentiam ainda responsáveis pelo destino do país e, com as exceções naturais, zelavam por suas instituições e interesses. Havia, pondera o autor, muita injustiça, sobretudo contra os negros do Sul. Como todas as épocas, a do após-guerra até 1970, tinha seus custos, mas, vistos da situação de 2011, eles lhe pareceram suportáveis.

Nos anos 70 houve a estagflação, que combinou a estagnação econômica com a inflação e os juros altos. Os salários foram erodidos pela inflação, o desemprego cresceu, e caiu a confiança dos norte-americanos no governo, também em razão do escândalo de Watergate e do desastre que foi a aventura do Vietnã. O capitalismo parecia em perigo e isso alarmou os ricos, que trataram de reagir imediatamente, e trabalharam — sobretudo a partir de 1978 — para garantir sua posição, tornando-a ainda mais sólida. Trataram de fortalecer sua influência mediante a intensificação do lobbyng, que sempre existiu, mas, salvo alguns casos, se limitava ao uísque e aos charutos. A partir de então, o suborno passou a ser prática corrente. Em 1971 havia 141 empresas representadas por lobistas em Washington; em 1982, eram 2445.

A partir de Reagan a longa e maciça transferência da renda do país para os americanos mais ricos*(JUDEUS SIONISTAS), passou a ser mais grave. Ela foi constante, tanto nos melhores períodos da economia, como nos piores, sob presidentes democratas ou republicanos, com maiorias republicanas ou democratas no Congresso. Representantes e senadores — com as exceções de sempre – passaram a receber normalmente os subornos de Wall Street*(JUDEUS SIONISTAS). Packer cita a afirmação do republicano Robert Dole, em 1982: “Pobres daqueles que não contribuem para as campanhas eleitorais”.

Packer vai fundo: a desigualdade é como um gás inodoro que atinge todos os recantos do país — mas parece impossível encontrar a sua origem e fechar a torneira. Entre 1974 e 2006, os rendimentos da classe média cresceram 21%, enquanto os dos pobres americanos cresceram só 11%. Um por cento dos mais ricos*(JUDEUS SIONISTAS) tiveram um crescimento de 256%, mais de dez vezes os da classe média, e quase triplicaram a sua participação na renda total do país, para 23%, o nível mais alto, desde 1928 – na véspera da Grande Depressão *DURANTE ESTE PERÍODO, OS BANCOS JUDAICO-SIONISTAS, TOMARAM A MAIORIA DAS FAZENTAS DOS AMERICANOS, FATO RETRATADO NOS FILME E LIVRO, “AS VINHAS DA IRA”).

Esse crescimento, registre-se, vinha de antes. De Kennedy ao segundo Bush, mais lento antes de Reagan, e mais acelerado em seguida, os americanos*(JUDEUS SIONISTAS) ricos se tornaram cada vez mais ricos.

A desigualdade, conclui Packer, favorece a divisão de classes, e aprisiona as pessoas nas circunstâncias de seu nascimento, o que constitui um desmentido histórico à idéia do american dream *(A FELICIDADE DOS AMERICANOS SÓ É RETRATADA NOS FILMES, ACABADA A EXIBIÇÃO, VOLTA-SE AO PESADELO DA REALIDADE EM QUE VIVEM).

E conclui: “A desigualdade nos divide nas escolas, entre os vizinhos, no trabalho, nos aviões, nos hospitais, naquilo que comemos, em nossas condições físicas, no que pensamos, no futuro de nossas crianças, até mesmo em nossa morte”. Enfim, a desigualdade exacerbada pela ambição sem limites do capitalismo*(JUDEUS SIONISTAS) não é apenas uma violência contra a ética, mas também contra a lógica. É loucura.
Ao mundo inteiro — o comentário é nosso — foi imposto, na falta de estadistas dispostos a reagir, o mesmo modelo da desigualdade do reaganismo e do thatcherismo. A crise econômica mais recente, provocada pela ganância de Wall Street*(É o que temos visto na atual crise. Os prêmios Nobel de economia, mas humanistas, Paul Krugman e Joseph Stiglitz repetidamente escreveram que os players de Wall Street deveriam estar da cadeia como ladrões e bandidos)., não serviu de lição aos governantes vassalos do dinheiro, que continuaram entregues aos tecnocratas assalariados do sistema financeiro internacional.

Ainda ontem, Mário Monti*(JUDEU SIONISTA, NO ATUAL GOVERNO ITALIANO, UMA RAPOSA A SERVIÇO DOS SIONISTAS, E COMO TODOS SABEM, RAPOSAS NÃO CUIDAM DE GALINHAS, APENAS AS DEVORAM, POBRE ITÁLIA...), homem do Goldman Sachs, colocado no poder pelos credores da Itália, exigia do Parlamento a segurança de que permanecerá na chefia do governo até 2013, o que significa violar a Constituição do país, que dá aos representantes do povo o poder de negar confiança ao governo e, conforme a situação, convocar eleições.

Tudo isso nos mostra que estávamos indo, no Brasil do ETERNO PRESIDENTE LULA, pelo caminho correto, ao distribuir com mais equidade a renda nacional, ampliar o mercado interno, e assim, combater a desigualdade e submeter a tecnocracia à razão política. É necessário, entre outras medidas, manter cerrada vigilância sobre os bancos privados, principalmente os estrangeiros*(PERTENCENTES AOS JUDES SIONISTAS) que estão cobrindo as falcatruas de suas instituições centrais com os elevados lucros obtidos em nosso país*(EXEMPLO DISSO FOI O BANCO CENTRAL DO BRASIL, NO PERÍODO DE HENRIQUE MEIRELLES, DESVIOU PARA ESTES BANCOS, A QUANTIA FABULOSA DE 80 BILHÕES DE REAIS, OU SJA, 36 BLHÕES DE DÓLARES ATRAVÉS DE UMA SIMPLES CIRCULAR A DE No.3434, no entanto, esse favorecimento foi estabelecido pela circular nº 3.434, assinada por dois diretores do BC. Incrível que baste uma circular, sem aprovação do Congresso, sem a assinatura do presidente da República – aliás, nem a do presidente do BC – para que quase um quinto das nossas reservas monetárias seja dilapidado.) e em outros países da América Latina.

Parece que a presidenta DILMA, vai se desviar do curso seguro, traçado pelo ETERNO PRESIDENTE LULA, e, começou mal, promovendo as PRIVATIZAÇÕES DOS AEROPORTOS, crime de “lesa pátria”, atitude desvestida de patriotismo, pois é só olhar o que aconteceu com os países que promovera PRIVATIZAÇÕES, EUA – ITÁLIA – ESPANHA – IRLANDA – GRÉCIA – INGLATERRA(hoje este país é apenas um satélite dos EUA) – FRANÇA(já se encontra ladeira abaixo, tanto é que SIONISTA SARKOSY, não conseguirá reeleger-se), uma coisa comum a todos estes países, ou são dirigidos por SIONISTAS, qué o caso de FRANÇA E INGLATERRA, ou seus dirigentes são TRAIDORES vendidos ao SIONISMO INTERNACIONAL, que é o caso da ITÁLIA-GRÉCIA-ESPANHA-IRLANDA E PORTUGAL, é só conferir a quantas vai a economia de cada um destes países, de mal a pior.

*As anotações com asteriscos são postadas por VOLTAIRE.

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