domingo, 15 de janeiro de 2012
BANCOS - SÍMBOLO DO CAPITALISMO NA "UTI" - ESTATIZAÇÃO EM PAUTA
OS BANCOS FAZEM MUTRETAS E O GOVERNO( POVO ) TEM QUE PAGAR A CONTA, ORA, O MELHOR SERIA É TIRAREM A "MÁSCARA", O CAPITALISMO É SÓ PRA INGLÊS VER, O CAPITALISMO NÃO EXISTE E NUNCA EXISTIU, O QUE EXISTE É UMA HORDA DE LADRÕES E VAGABUNDOS, CAPITANEADOS PELO "JUDAICO SIONISMO INTERNACIONAL", QUE, ATRAVÉZ DOS BANCOS E GRANDES CORPORAÇÕES, TRAVESTIDOS DE ARAUTOS DA INICIATIVA PRIVADA E INVESTIDORES, E NO FRIGIR DOS OVOS, REVELAM-SE COMO VERDADEIROS "ASSALTANTES", O QUE NUMA SIMPLES AUDITORIA NA ESTÓRIA DOS BANCOS E GRANDES EMPRESAS, "SEM EXCEÇÃO", DEIXARAM OS POUPADORES( POVO ) E O GOVERNO( POVO ) A VER NAVIOS.
Façam vocês a própria análise sobre o assunto, lendo a reportagem abaixo:
EUA: os grandes bancos à beira do abismo
By Antonio Martins
Estatização pode vir agora ou em seis meses, mas parece inevitável. Gravidade da crise promoveu reviravolta brusca no pensamento da opinião pública
(veja, abaixo, link postado por Vanderlei)
Altos executivos dos Citigroup — que até o final de 2006 revezava-se com o Bank of America e o HSBC na condição de maior banco privado do planeta — passaram a terça-feira (24/2) reunidos com autoridades do governo norte-americano, segundo o New York Times. A bateria de encontros pode resultar, nas próximas horas, no anúncio de estatização, ao menos temporária, daquele que foi, no século 20, um dos símbolos do capitalismo. O declínio acelerado do Citi é um sinal da profundidade da crise — mas também ajuda a compreender a gravidade dos fatos que levaram a estatização a passar, em poucos meses, de anátema a medida quase consensual.
A situação do Citigroup veio à tona a partir de sexta-feira (20/2), quando as ações do grupo sofreram, na bolsa de Nova York, a sétima baixa consecutiva. O valor de mercado do banco despencou para meros 10% do que era no início de 2008. Também surgiram sinais de que o grupo poderia necessitar, a curto prazo, de um novo aporte de recursos do Estado (agora, de 45 bilhões de dólares). Em situação semelhante estariam o Bank of America, também no grupo das três maiores instituições financerias dos EUA. Embora menos urgente, a situação do último membro da tríade — o JPMorgan-Chase — também seria delicada.
Os bancos estão próximos da falência porque a ajuda que já receberam do Estado norte-americano é insuficiente para compensar as enormes perdas que estão sofrendo com a onda de inadimplências e a paralisia dos mercados de crédito. Num artigo publicado publicado sexta-feira, o prêmio Nobel de Economia, Paul Krugman, apresentou os dados cruamente: a) “Os bancos estão à beira do abismo. Já teriam quebrado, se os investidores não acreditassem que o governo agirá, em caso de necessidade”; b) O governo precisa resgatá-los. A quebra do Lehman Brothers, em setembro do ano passado, quase destruiu o sistema financeiro internacional. No caso do Citi ou BoA, muito maiores, as conseqüências seriam incalculáveis; c) Porém, é possível que Citi e BoA requeiram, nos próximos anos, centenas de bilhões de dólares — muito mais do que seu valor atual. O Estado norte-americano não tem condições nem financeiras, nem políticas, de fazer o resgate sem assumir a propriedade das instituições — para ao menos reduzir o prejuízo dos contribuintes. Cálculos do New York Times sugerem que as despesas já comprometidas pelo Estado norte-americano no socorro aos mercados financeiros podem chegar a 9 trilhões de dólares (veja nota abaixo).
Talvez por isso, a onda de apoio à estatização tem crescido velozmente. Na semana passada, aderiram a ela o senador republicano Lindsey Graham, o ex-candidato à presidência John McCain e até mesmo Alan Greenspan, ex-presidente do banco central dos EUA (o FED), conhecido por sua defesa intransigente dos “livres” mercados.
Se a estatização não vier nos próximos dias, será por duas razões essenciais. A ideologia: parte do establishment norte-americano continua resistindo à medida, apesar de todas as evidências concretas a recomendarem. Ou o timing: paradoxalmente, analistas ainda mais pessimistas que Krugman sugerem que o Estado mantenha as instituições ardendo em fogo lento, para assumir seu controle de forma mais eficaz mais tarde. É o caso de Nouriel Roubini, talvez o mais arguto analista da crise. Segundo ele, o melhor momento para agir será em cerca de seis meses. Então, “mesmo bancos que parecem solventes agora vão se revelar insolventes. Será o caso de quase todos as grandes instituições. Nacionalizá-las ao mesmo tempo vai provocar menos danos do que assumir o controle sobre um ou dois agora, criando pânico e confusão”
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