segunda-feira, 8 de novembro de 2010

IRAQUE-ATAQUE A CIVÍS PARA ENCOBRIR FRACASSOS MILITARES

NÃO É SUSPEITO ESSE NÚMERO ALTO DE ATENTADOS? AINDA MAIS CONTRA OS XIITAS? PARECE QUE QUEREM ATINGIR O IRÃ, ATRAVÉS DO IRAQUE! ESTES ATENTADOS DEVEM ESTAR SENDO PRATICADOS POR MERCENÁRIOS A SERVIÇO DAS FORÇAS DE OCUPAÇÃO, FAZENDO O SERVIÇO SUJO DOS AMERICANOS, JUDEUS E EUROPEUS, COMO NÃO CONSEGUEM ATINGIR OS INSURGENTES, ATACAM A POPULAÇÃO CIVÍL, PARA SIMPLESMENTE ENCOBRIR SEUS FRACASSOS E INDISPOR SUNITAS E XIITAS.
NÃO VAI ADIANTAR, O MUÇULMANO É INDOMÃVEL, E AINDA POR CIMA ÁRABE MUÇULMANO, OU PENSAM QUE VÃO DOMINAR ALGUM PAIS ÁRABE, A EXEMPLO DA ALEMANHA OU DO JAPÃO? JAMAIS!....

O VERDADEIRO MOTIVO DO ATAQUE AO IRAQUE É PETROLEO E ISRAEL. REPORTAGEM ABAIXO:

Atentados no Iraque deixam 31 mortos
08 de novembro de 2010 • 19h43
BASRA, Iraque, 8 Nov 2010 (AFP) -Ao menos 31 pessoas morreram e 91 ficaram feridas nesta segunda-feira em vários atentados realizados no Iraque, informaram as autoridades locais.
O primeiro ataque, que deixou dez mortos, sendo quatro iranianos, e 42 feridos, ocorreu às 08H45 local (03H45 Brasília), no norte da cidade santa de Kerbala, 110 km ao sul de Bagdá.
"Um suicida guiando um carro-bomba provocou a explosão junto a um ônibus que transportava peregrinos iranianos", disse à AFP um alto oficial da polícia.
O segundo atentado aconteceu às 13H00 (08H00), quando um carro-bomba explodiu em Najaf, 150 km ao sul de Bagdá, matando seis peregrinos iranianos e dois iraquianos. Outras 16 pessoas ficaram feridas, a maioria peregrinos procedentes do Irã, disse Khaled Jashani, um vereador local.
A cada ano, milhões de fiéis, principalmente iranianos, viajam em peregrinação a Kerbala e a Najaf.
Desde a queda do regime de Saddam Hussein em 2003, as romarias são alvos frequentes de ataques dos insurgentes sunitas.
Um terceiro carro-bomba explodiu às 19H30 local (14H30) em um bairro do oeste de Basra, a grande cidade portuária do sul, matando 10 pessoas e ferindo outras 30, segundo um oficial.
Em Khalis, ao norte de Baquba, uma bomba explodiu em uma lanchonete deixando um morto e três feridos, informou a polícia local.
Em Mosul, a grande cidade do norte do país, dois policiais morreram em um ataque contra um posto de controle, revelaram as autoridades.
Desde 31 de outubro, vários atentados afetaram o Iraque. O mais violento deles, que deixou 53 mortos (46 reféns e sete policiais), foi um ataque contra a catedral siríaca católica de Bagdá por um grupo ligado à Al-Qaeda, o Estado Islâmico do Iraque (ISI).
Em 2 de novembro, pelo menos 62 pessoas morreram e 285 foram feridas em 11 atentados coordenados com carros-bomba em vários bairros xiitas de Bagdá.
afp/fp/LR
(AFP) – Há 2 horas
BAGDÁ — Tarek Aziz, único cristão entre os colaboradores próximos de Saddam Hussein, condenado à morte nesta terça-feira pela Alta Corte Penal iraquiana, após passar os últimos sete anos na prisão, foi durante duas décadas a voz de um regime primeiro apoiado pelo Ocidente e depois considerado inimigo.
Tarek Aziz, fã dos bons charutos e whiskys, nasceu no dia 28 de abril de 1936 em uma família pobre da região de Mossul (norte), e rapidamente ascendeu no governo iraquiano, graças ao seu domínio perfeito do inglês e a sua competência como incansável advogado de um regime cada vez mais contestado.
Amigo do ditador iraquiano, foi ministro da Informação, e depois vice-primeiro-ministro de 1979 a 2003, tendo como função complementar a de ministro das Relações Exteriores, de 1983 a 1991.
Ele se rendeu às tropas americanas no final do mês de abril de 2003, e estava detido desde então na prisão americana de Camp Cropper, perto de Bagdá.
Em março de 2009 foi condenado a 15 anos de prisão por "crimes contra a humanidade" no caso da execução de 42 comerciantes em 1992. E em agosto foi condenado a outros sete anos por seu papel na repressão contra os curdos xiitas nos anos 1980.
Muito debilitado devido à prisão, segundo sua família, foi vítima na metade de janeiro de um ataque cardíaco e transferido em "estado grave" para um hospital em uma base americana, segundo seu advogado, Badia Aref.
Em 1980, foi encarregado por Saddam Hussein de mobilizar o apoio do Ocidente para o regime laico que atacou o Irã, considerado após a revolução islâmica uma teocracia ameaçadora.
Aziz foi o artífice da retomada das relações diplomáticas entre Washington e Bagdá em 1984. Encontrava-se igualmente confortável tanto em Moscou como em Paris, que apoiavam o regime iraquiano.
Seu trabalho complicou-se após a invasão do Kuwait em agosto de 1990.
Sabe-se que Aziz tinha dúvidas sobre a realização desta invasão, mas no Iraque da época ninguém podia contestar a vontade de Saddam Hussein.
E não seria ele, o representante de uma minoria tolerada, os caldeus, cuja lealdade a Saddam era lendária, que seria contrário à invasão. Corriam rumores de que ele se levantava toda vez que o presidente iraquiano telefonava.
No fim dos anos 1950, Aziz entrou no partido Baath, uma organização clandestina que combatia a monarquia e o poderoso Partido Comunista iraquiano.
Ele era jornalista e organizou a propaganda do Partido Baath, legalizado em 1963 com o golpe militar dos baassistas e nacionalistas, aliados contra os comunistas.
Quando os baassistas chegaram finalmente ao poder após o golpe de Estado de 1968, Tarek Aziz escalou a hierarquia do governo para ocupar em 1977 o órgão supremo, o Conselho de Comando da Revolução.
Em 1979, atrelou definitivamente seu destino ao de Saddam Hussein, quando este, então vice-presidente, derrubou o presidente Ahmed Hassan al-Bakr, e tomou o controle do país.
Sem ser um ator central, foi cúmplice de todas as crueldades e brutalidades de um regime de terror, que iam da eliminação de opositores políticos aos massacres de curdos e xiitas.
Aziz denunciou "a grande mentira" das acusações ocidentais a respeito do arsenal iraquiano de armas de destruição em massa e resumiu com a fórmula "petróleo e Israel" as razões pelas quais a guerra de 2003 foi inevitável.

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