OS ATAQUES AOS CRISTÃOS SURTIRAM EFEITO, OS JUDEUS E AMERICANOS, QUERIAM UM GOVERNO AO BEL PRAZER DELES, COMO ESTAVA DEMORANDO (8 MESES), ORDENARAM OS MERCENÁRIOS QUE ESTÃO A SEUS SEVIÇOS, ESPECIALIZADOS EM ATAQUES TERRORISTAS, QUE FIZESSEM ATAQUES TERRORISTAS A UM E OUTRO LADO, É UMA MANEIRA MAQUIAVÉLICA-JUDAICO-SIONISTA DE FAZER POLÍTICA, MAS A NÓS, ESTÃO SE REVELANDO, O QUANTO A ATITUDE DELES SE MANIFESTA ESPELHADA EM ÁTILA, COM TODA SUA SIMPLICIDADE, E OBAMA TAMBÉM SE REVELA, TANTO QUANTO BUSH, UM BAITA CAPAXO DOS SIONISTAS, QUE CADA VEZ MAIS SE REVELAM, COMO SEUS VERDADEIROS PATRÕES.
"AN PASSANT" - NO TEMPO DE SADAM OS CRISTÁOS ERAM 1,5 MILHÕES DE PESSOAS, SEM UM ÚNICO ATAQUE DE QUEM QUER QUE SEJA-HOJE SÃO APENAS 5OO MIL, E SÃO ATACADOS DIARIAMENTE POR MERCENÁRIOS A SERVOÇO DOS SIONISTAS.
A CORTE DE HAIA ESPERA POR TODOS ELES.
Iraque anuncia novo governo pró-Irã e supera 8 meses de vazio político
Guerra sem fim. Atual primeiro-ministro Nuri al-Maliki segue no comando da coalizão governista, majoritariamente xiita, e o líder curdo Jalal Talabani também continua como presidente; risco de novos confrontos sectários já assusta iraquianos e americanos
12 de novembro de 2010 | 0h 00
Gustavo Chacra CORRESPONDENTE / NOVA YORK - O Estado de S.Paulo
As pressões americanas conseguiram forçar os líderes iraquianos a formar um governo de união nacional, que deve encerrar o impasse iniciado nas eleições de março deste ano. Apesar de ainda faltarem alguns detalhes, as principais facções políticas do Iraque integrarão o novo governo, que será liderado pelo atual premiê Nuri al-Maliki.
O primeiro-ministro foi mantido no cargo ao ser eleito pelos deputados que se reuniram ontem no Parlamento - apenas pela segunda vez nos oito meses de crise. Nas eleições de março, Maliki liderou uma coalizão composta apenas por xiitas e acabou derrotado pelo ex-primeiro-ministro Iyad Allawi, um xiita moderado com uma plataforma nacionalista, que comandava uma aliança com os sunitas.
O problema é que, apesar da vitória, Allawi não conseguiu o número necessário de cadeiras no Parlamento para compor um governo. Já Maliki, com apoio dos curdos e da facção radical xiita de Moqtada al-Sadr, aliada do Irã, juntou deputados suficientes para formar um governo que não contaria com sunitas.
Ao estilo libanês. Insatisfeitos e temendo uma influência ainda maior do Irã na política do Iraque, os Estados Unidos atuaram diretamente para reduzir as diferenças entre os dois maiores rivais políticos iraquianos. O presidente Barack Obama telefonou tanto para Maliki como para Allawi nesta semana para negociar um acordo.
Na nova formação do gabinete, o curdo Jalal Talabani permanece na presidência. O deputado sunita Osama al-Nujaifi, aliado de Allawi, será o presidente do Parlamento. Essa composição deixa o Iraque com uma divisão sectária na política que lembra a libanesa.
Concordando que Maliki seja mantido como premiê, Allawi dirigirá um conselho político estratégico com voz ativa na segurança do país. Analistas ressaltavam ontem que o maior risco será o primeiro-ministro não respeitar o poder de Allawi nessa área, levando a um novo impasse no futuro.
O eventual acordo com o mais votado das eleições seria uma boa notícia aos EUA, que não querem uma administração sem os sunitas. A Síria e a Arábia Saudita adotam uma posição semelhante à de Washington.
Até todos os lados chegarem a um acerto nesta semana, a expectativa era de uma administração quase inteiramente controlada por xiitas e ligada ao governo do Irã.
Com a intensificação da violência nas últimas semanas em Bagdá e o aumento no número de ataques contra cristãos, as facções políticas rivais iraquianas concluíram que era melhor fazer um pacto a permitir que a situação se deteriorasse ao ponto de o cenário de guerra civil voltar a assombrar um país que luta para se reconstruir.
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