segunda-feira, 8 de agosto de 2016

DERROTA DOS JUDEUS SIONISTAS NA SÍRIA, ATINGE OS EUA DE CHEIO, POIS SÃO FINANCIADORES DOS TERRORISTAS NO PAÍS


Ante a derrota, EUA 'ameaçam' balcanizar a Síria


A mãe de todas as ironias será que países europeus enfrentarão o espectro de terroristas que chegarão às portas de suas cidades... os mesmos terroristas que a CIA treinou e armou! A ameaça de Brennan, de que balcanizará a Síria, não passa de teatro, porque qualquer ação tresloucada naquela direção enfrentará oposição decidida não só de Teerã, Damasco e Moscou, mas também de Ancara (Al-Arabiya).
02.08.2016
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Os comentários ácidos, amargos, em que John Brennan chefe da CIA pôs em dúvida o futuro da Síria como país soberano, no Fórum de Segurança de Aspen, Colorado, ontem, mostram o alto nível de frustração dos EUA ante as realidades que emergem dos combates em solo (Reuters). As forças do governo sírio, apoiadas por forças russas, iranianas e por combatentes do Hezbollah cercaram afinal a estratégica cidade de Aleppo, no norte do país. Dentro da cidade, presos na arapuca, estão os grupos extremistas que EUA e aliados apoiaram na guerra.

A Rússia anunciou a criação de 'corredores humanitários' para facilitar que os civis que lá estejam deixem a cidade e os terroristas rendam-se. O anúncio dos russos fez os EUA parecerem idiotas, regionalmente, tão amplamente cercados e derrotados.

O secretário de Estado John Kerry imaginou que conseguiria enrolar Moscou em alguma 'via diplomática', discutindo algum cessar-fogo e a excitante possibilidade de a Rússia participar de operações conjuntas sob comando dos EUA, na Síria, enquanto, ao mesmo tempo, garantia tempo para os grupos da oposição se recuperarem em Aleppo. Como agora se sabe pelo recente anúncio da Frente al-Nusra, de que se separa da Al-Qaeda, o plano dos EUA sempre foi ganhar tempo para 'legitimar' o apoio dos EUA à Frente al-Nusra e blindá-la, protegendo-a dos ataques russos.

Os russos, por sua vez, deixaram a conversa em fogo baixo, enquanto davam sinal verde para que prosseguissem as operações militares conjuntas com Damasco e Teerã para retomar Aleppo.

'Corredor humanitário' é faca de dois gumes. A situação humanitária é realmente crítica e os suprimentos que os russos fazem chegar à população são, sim, mensagem de reconciliação. Mas, por outro lado, os refugiados que saem da cidade têm os olhos em destinos europeus; e pode haver terroristas entre eles.

Os seguintes excertos de um comentário da agência de notícias iraniana FARS (ligada ao Corpo de Guardas Revolucionários do Irã) mostram bem o triunfalismo que reina em Teerã, para quem EUA e Arábia Saudita foram os grandes derrotados na guerra síria:
  • A tentativa de golpe para mudança de regime apoiada por forças estrangeiras na Síria, para estabelecer um "Califato EUA" no Levante, fracassou e já é história. (...) Grande número de terroristas de Al-Nusra, Noureddin Al-Zinki, Exército Sírio Livre, Ahrar al-Sham e outros grupos já depuseram armas e renderam-se ao Exército Árabe Sírio na província de Aleppo, enquanto forças aliadas (soldados sírios apoiados pelo Hezbollah, conselheiros militares iranianos e ataques aéreos russos) avançam sobre Aleppo, depois de completado o cerco da cidade.
  • O presidente Bashar Assad ofereceu anistia aos rebeldes que se renderem ao longo dos próximos três meses. O Exército Árabe Sírio distribuiu milhares de folhetos, lançados de aviões sobre distritos onde ainda há militantes rebeldes, pedindo que os moradores cooperem com os militares e conclamando os militantes a se render.

  • Sim, a festa está claramente acabada, e a máquina de terror sustentada de fora do país parece ser projeto completamente derrotado. Eis o momento histórico que estamos vivendo (...). Aos que apoiaram o ISIL e muitos outros grupos de terroristas reunidos sob vários nomes, resta reconhecer o que são hoje Síria e Iraque (...) Por outro lado, as tendências relacionadas à Guerra ao Terror, à crise dos refugiados, à propaganda anti-Islã e anti-muçulmanos , o fracasso da democracia ocidental, da polícia e do sistema de segurança tão profundamente militarizados, tudo isso aponta para problemas graves também na Europa. 
  • As questões de refugiados e a crise humanitária só se aprofundarão, e, ao que se pode prever, de modo dramático. 
  • Recentes ataques de terroristas na França e na Alemanha sugerem que o ocidente está terrivelmente mal preparado para o que terá pela frente.

A mãe de todas as ironias será que países europeus enfrentarão o espectro de terroristas que chegarão às portas de suas cidades... os mesmos terroristas que a CIA treinou e armou! A ameaça de Brennan, de que balcanizará a Síria, não passa de teatro, porque qualquer ação tresloucada naquela direção enfrentará oposição decidida não só de Teerã, Damasco e Moscou, mas também de Ancara (Al-Arabiya).

Teerã anunciou que uma delegação chefiada pelo presidente da Comissão de Assuntos Externos e Segurança do Majlis (Parlamento) iraniano, figura chave do establishment das Relações Exteriores do Irã, visitará Damasco em missão de cinco dias, para discutir com o presidente Bashar Al-Assad a trajetória política e diplomática a ser trilhada daqui em diante, para colher 'os dividendos da paz' (Tehran Times).

Lê-se comentário dos russos (ing.) sobre o mesmo assunto, em Four Reasons Why Liberation of Aleppo Would Mean an End to the Syrian War [Quatro razões pelas quais a libertação de Aleppo significa um fim possível para a Guerra Síria] .*****
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31/7/2016, MK Bhadrakumar, Indian Punchlinehttp://blogs.rediff.com/mkbhadrakumar/2016/07/31/faceing-defeat-us-threatens-to-balkanise-syria/
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Eliminam ervas matando pessoas: herbicida cancerígeno é aplicado na Argentina, Uruguai e Brasil - FABRICANTES DESTE VENENO SÃO OS JUDEUS SIONISTAS DA "MONSANTO"

Eliminam ervas matando pessoas: herbicida cancerígeno é aplicado na Argentina, Uruguai e Brasil - FABRICANTES DESTE VENENO SÃO OS JUDEUS SIONISTAS DA "MONSANTO"


Santa Cruz, Argentina

Eliminam ervas matando pessoas: herbicida cancerígeno é aplicado na Argentina, Uruguai e Brasil... 


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Os habitantes de Monte Maíz, uma cidade do interior argentino com 8500 habitantes, sofrem cinco vezes mais abortos espontâneos e câncer do que a média da população mundial. Também têm 25% mais de doenças respiratórias. Nessa cidade, 40% das mortes ocorrem por tumores pulmonares.

Especialistas apontam para o uso de glifosato (um herbicida sistêmico que mata qualquer tipo de planta e que foi criado para matar ervas daninhas principalmente perenes).
"Em todos os lugares onde se semeia soja de forma intensiva se fumiga da mesma forma com glifosato, os estudos geram resultados alarmantes. Isso se repete no Uruguai, Paraguai, Brasil e grandes extensões da Argentina. Em toda esta região se aplica o glifosato, um herbicida associado ao cultivo da soja transgênica", disse no programa de rádio GPS Internacional Calor Vicente, um farmacêutico argentino e coordenador de GRAIN, uma organização internacional que trabalha para alcançar sistemas alimentares baseados na biodiversidade.
Na América do Sul está autorizado o uso de herbicidas com glifosato, os mais utilizados a nível mundial. "Ano a ano vem se comprovando o seu nível de toxicidade. Em 2009, um pesquisador argentino, que foi presidente do CONICET, Andrés Carrasco, descobriu que essa substância em grandes quantidades produz toxicidades em embriões de anfíbios e, portanto, certamente em embriões humanos. [Carrasco] denunciou que existia a possibilidade de que isso gerasse malformações ou abortos. Isto é o que acontece em Monte Maíz e nas restantes povoações pulverizadas", afirmou Vicente no programa.
Há um ano e meio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o glifosato, como uma substância "provavelmente cancerígena", disse o farmacêutico e assegurou que "isso apoia as evidências de câncer em Monte Maíz, onde há quase um triplo de casos sobre a média nacional argentina".
A Faculdade de Medicina da Universidade Nacional de Rosário, onde para receber os médicos devem realizar uma avaliação de saúde em cidades de menos de 10 mil habitantes, "obtém permanentemente resultados de aumento de casos de câncer em áreas expostas a pulverização. Em geral, os governos viram as costas a essas evidências. Mas os médicos e os investigadores continuam realizando denúncias. O caso mais recente é o do rio Paraná, onde foram encontradas grandes quantidades de glifosato", disse Vicente.

No interior da zona urbana de Monte Maíz foram detectados 22 galpões e hangares com máquinas de pulverizar e altas concentrações de pesticidas. "Esse é o problema mais grave. Os mosquitos [as máquinas de fumigar] circulam pelas ruas da cidade e expõem os vizinhos a esses tóxicos. Exclusão das cidades seria o primeiro passo. Mas é necessário rever a questão da toxicidade destes agrotóxicos e começar a limitar e proibir o seu uso", acrescentou.
Em 30 de junho, a União Europeia deveria renovar a permissão para a utilização de glifosato. Mas houve mobilizações. "Se reuniram mais de 200 mil assinaturas para que isso não acontecesse. Por falta de consenso, a UE determinou que se renovasse por 18 meses e ordenou estudos em profundidade sobre a toxicidade, seus efeitos cancerígenos e embriológicos. É um exemplo concreto de um lugar onde se avançou na causa", acrescentou o ativista.

VENEZUELA PRIVATIZA MINAS DE OURO AOS CANADENSES - 769 MILHÕES DE DÓLARES E DIZEM QUE A VENEZUELA ESTÁ QUEBRADA

Venezuela






A mineradora canadense Gold Reserve anunciou nesta segunda-feira (8) um acordo com a Venezuela para formar uma joint venture de extração de ouro. Como parte da negociação, o país vai pagar 769 milhões de dólares de indenização por ter nacionalizado as operações da companhia.


VENEZUELA PRIVATIZA MINAS DE OURO AOS CANADENSES - 769 MILHÕES DE DÓLARES E MIDIA MENTIROSA DO BRASIL DIZ QUE A VENEZUELA ESTÁ QUEBRADA, MAS Q REALIDADE É OUTRA E O BOSA FAMÍLIA É DE 700 DÓLARES

Caracas adiantou em fevereiro que havia chegado a um acordo para solucionar o prolongado conflito criado após o fim abrupto da concessão a empresa canadense manteve no país sul-americano até 2009, mas não se sabia ao certo se o saldo da arbitragem seria honrado.
A pequena mineradora cotada na Bolsa de Toronto disse hoje que o pagamento será feito em duas partes, a primeira de 600 milhões de dólares até 31 de outubro; a segunda até 31 de dezembro deste ano.
"O pagamento será feito com o financiamento que a Venezuela obterá para este fim", disse a Gold Reserve em um comunicado.
Cinquenta e cinco por cento da joint venture será detida pelo Estado venezuelano, e o restante pertencerá a uma subsidiária da companhia canadense. A associação irá desenvolver o projeto das enormes minas de ouro de Brisas Las Cristinas, que têm reservas estimadas em 30 milhões de onças.