terça-feira, 8 de agosto de 2017

VIVA CHAVES, VIVA MADURO, VIVA A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA E VIVA A VENEZUELA - MARADONA DESABAFA E DIZ FORA OS IMPERIALISTAS

Diego Maradona, futbolista argentino

'Viva a revolução', Maradona apoia Maduro em mensagem

O craque argentino Diego Maradona escreveu uma mensagem de apoio ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, na noite de segunda-feira (8).

"Somos chavistas até a morte. E quando Maduro ordenar, estou vestido de soldado para uma Venezuela livre, para lutar contra o imperialismo e aqueles que querem se apoderar de nossas bandeiras, que é o mais sagrado que temos", escreveu Maradona no Facebook

"Viva Chávez. Viva Maduro. Viva a revolução."


A publicação também é assinada pela esposa de Maradona, Rocío Oliva.

A Venezuela enfrenta uma profunda crise política e econômica. Uma onda de protestos contra Maduro já contabiliza mais de uma centena de mortos. O Mercosul suspendeu o país do bloco no sábado, alegando que não há democracia em Caracas. Os chanceleres de Chile, Peru, México, Colômbia, Argentina, Brasil, Paraguai e Costa estão reunidos em Lima para discutir a crise venezuelana. 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O "REI DOS LADRÕES" E SEUS ASSECLAS - O "TURCO LADRÃO TEMER" SE REFESTELA EM CIMA DA DESGRAÇA DOS BRASILEIROS QUE O REJEITAM EM 95% - VEJA A LISTA DA QUADRILHA


Sessão da Câmara dos Deputados da votação da denúncia contra o presidente Temer, dia 02/08/2017© Antonio Augusto 
Sessão da Câmara dos Deputados da votação da denúncia contra o presidente Temer, dia 02/08/2017

A Câmara dos Deputados barrou nesta quarta-feira (2) o avanço da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. A base do governo conseguiu 263 votos contra 227. O placar foi um pouco superior ao que era esperado pelo Palácio do Planalto, de 250 votos. Com a decisão, a denúncia pelo crime de corrupção passiva contra Temer só poderá ser eventualmente analisada após o peemedebista deixar o cargo.

Apesar da vitória de Temer, alguns votos favoráveis ao prosseguimento da denúncia surpreenderam. Por exemplo, os votos de Carlos Gomes (PRB-RS), Fernando Franceschini (SD-PR) e Esperidião Amin (PP-SC). A ausência de Osmar Serraglio (PMDB-PR), ex-ministro da Justiça, também chamou atenção.


Veja como cada deputado votou no plenário:

SUL

Paraná

ALEX CANZIANI Alex Canziani (PTB-PR), quarto secretário, é réu em uma ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao Erário quando ele foi vice-prefeito interino de Londrina (PR). A ação teria sido motivada por causa da contratação de um buffet na época em que ele se candidatou a deputado. A Justiça decretou a indisponibilidade dos bens dele e a quebra de seu sigilo bancário. O deputado afirma que a ação é de 2002 e que não se beneficiou:
— Tenho todo interesse que isso se resolva, porque sou inocente.

PTBPRSIM
ALFREDO KAEFER
Divulgação/Arquivo pessoal
Milionário, mas por causa de calotes e manobras patrimoniais, diz revista




Reportagem da revista 
IstoÉ deste fim de semana informa que o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR), o mais rico entre os parlamentares eleitos para a Câmara, teria acumulado fortuna às custas de calotes em credores e manobras no patrimônio da própria família. Dono de um patrimônio declarado de R$ 108,5 milhões – grande parte desse montante proveniente do aglomerado que reúne frigorífico, seguradora e veículos de comunicação –, Kaefer é alvo de três inquéritos e uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), dois dos quais em estágio avançado, frutos de investigações sobre indícios de enriquecimento ilícito.
Segundo a IstoÉ, a suspeita mais recorrente nas investigações, conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF) no Paraná em conjunto com a Polícia Civil, é a de que Kaefer enriqueceu graças a calotes em credores e a uma série de manobras contábeis no patrimônio familiar com o objetivo de salvar seus bens empenhados em execução judicial. Segundo o MPF, a soma das dívidas de Kaefer com credores e instituições financeiras ultrapassa R$ 1 bilhão, considerados juros e multas – dez vezes o patrimônio declarado pelo deputado tucano.
Como este site mostrou com exclusividade em julho de 2012, Kaefer compõe o grupo de quase duas centenas de parlamentares com complicações no STF. Na ocasião, há dois anos, o deputado estava às voltas apenas com o inquérito que apurava abuso de poder econômico (crimes eleitorais), e alegou que suas contas haviam sido aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná.
“O mais delicado dos processos é o inquérito 3678/2013, relatado pelo ministro Marco Aurélio Mello. Composto de diligências policiais e depoimentos de testemunhas, o caso caminha rapidamente. No dia 13 de agosto, o deputado foi chamado a depor sobre o pedido de recuperação judicial das empresas de um dos seus grupos, o Diplomata, mas não compareceu. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, há indícios de que a falência foi fictícia e serviu apenas para não pagar a credores do grupo, pois a mesma empresa fez doações para a campanha política do deputado e ainda transferiu mais de R$ 27 milhões para sua conta pessoal. Dias antes do pedido de recuperação, Kaefer se retirou da sociedade, deixando sua mulher na administração”, diz trecho da reportagem da IstoÉ.
“Para o MP, foi uma tentativa de evitar que seu patrimônio fosse considerado parte do processo. ‘Tudo leva a crer que a retirada de Alfredo Stoffels Kaefer das sociedades foi um ata meramente formal, cujo fim era ludibriar credores e permitir operações e manobras’, concluiu Janot”, acrescenta a revista, acrescentando que Kaefer virou réu no STF, em setembro, por fraude do sistema financeiro. A acusação aponta crimes de gestão fraudulenta, empréstimo dissimulado e fornecimento de informação falsa ao Banco Central. Ele nega as acusações.
Leia a íntegra da reportagem intitulada Riqueza suspeita
PSL
PRSIM

DILCEU SPERAFICOPETROBRAS; Sperafico aparece entre os beneficiados no esquema Sperafico que recentemente criticou o que vem acontecendo com a Petrobras e pediu respeito com um dos maiores patrimônios do país, apareceu na lista doex- diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que confirmou, em delação premiada, o pagamento de propina a políticos em troca de contratos de empresas com a Petrobras. Em 2010, as empresas que aparecem na investigação gastaram R$ 412 milhões na campanha. Os números atuais ainda podem mudar com a prestação final de contas.PPPRSIM
EDMAR ARRUDAPSDPRSIM

EVANDRO ROMANPSDPRSIM
GIACOBO O segundo vice-presidente, Giacobo (PR-PR), responde, desde 2008, a um inquérito no STF sobre crimes contra a ordem tributária. O processo está com o ministro Celso de Mello desde setembro de 2011. Procurado, ele não respondeu ao GLOBO.

PRPRSIM
HERMES PARCIANELLOPMDBPRSIM
JOÃO ARRUDAPMDBPRSIM

LUIZ CARLOS HAULYPSDBPRSIM
LUIZ NISHIMORIPRPRSIM
NELSON MEURERPPPRSIM
NELSON PADOVANIPSDBPRSIM
OSMAR BERTOLDIDEMPRSIM

SERGIO SOUZAPMDBPRSIM
TAKAYAMAPSCPRSIM
TONINHO WANDSCHEERPROSPRSIM

Santa Catarina


CELSO MALDANERPMDBSCSIM
CESAR SOUZAPSDSCSIM

JOÃO PAULO KLEINÜBINGPSDSCSIM
JOÃO RODRIGUESPSDSCSIM

MARCO TEBALDIPSDBSCSIM
MAURO MARIANIPMDBSCSIM

ROGÉRIO PENINHA MENDONÇAPMDBSCSIM
RONALDO BENEDETPMDBSCSIM
VALDIR COLATTOPMDBSCSIM

Rio Grande do Sul


ALCEU MOREIRAPMDBRSSIM

CAJAR NARDESPRRSSIM

COVATTI FILHOPPRSSIM

DARCÍSIO PERONDIPMDBRSSIM

JOSÉ FOGAÇAPMDBRSSIM
JOSÉ OTÁVIO GERMANOPPRSSIM

MAURO PEREIRAPMDBRSSIM

OSMAR TERRAPMDBRSSIM

RENATO MOLLINGPPRSSIM
RONALDO NOGUEIRAPTBRSSIM
SÉRGIO MORAESPTBRSSIM
YEDA CRUSIUSPSDBRSSIM

SUDESTE

São Paulo



ANTONIO BULHÕESPRBSPSIM

BALEIA ROSSIPMDBSPSIM
BETO MANSUR BRASÍLIA - Cinco dos seis secretários escolhidos pelos partidos para compor a Mesa Diretora da Câmara têm problemas com a Justiça. Entre as acusações que pesam sobre eles há desde trabalho escravo a lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Nenhum, no entanto, teve condenação definitiva.
Como O GLOBO revelou segunda-feira, o primeiro secretário da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), foi condenado em abril do ano passado, por manter em sua fazenda em Goiás trabalhadores em função análoga à escravidão, além de explorar mão de obra infantil. O deputado negou que agisse contra a lei e afirmou que funcionários de sua propriedade foram absolvidos da acusação em outras instâncias. Mas seu caso não é isolado.


PRBSPSIM
BRUNA FURLANPSDBSPSIM

CELSO RUSSOMANNOPRBSPSIM
DR. SINVAL MALHEIROSPODESPSIM

ELI CORRÊA FILHODEMSPSIM
EVANDRO GUSSIPVSPSIM
FAUSTO PINATOPPSPSIM

GOULARTPSDSPSIM
GUILHERME MUSSIPPSPSIM
HERCULANO PASSOSPSDSPSIM

JORGE TADEU MUDALENDEMSPSIM

MARCELO AGUIARDEMSPSIM
MARCELO SQUASSONIPRBSPSIM
MARCIO ALVINOPRSPSIM

MIGUEL LOMBARDIPRSPSIM
MILTON MONTIPRSPSIM
MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIODEMSPSIM
NELSON MARQUEZELLIPTBSPSIM

PAULO FREIREPRSPSIM
PAULO MALUFPPSPSIM
PAULO PEREIRA DA SILVASDSPSIM

PR. MARCO FELICIANOPSCSPSIM

RICARDO IZARPPSPSIM

ROBERTO ALVESPRBSPSIM
ROBERTO DE LUCENAPVSPSIM

VINICIUS CARVALHOPRBSPSIM

WALTER IHOSHIPSDSPSIM

Rio de Janeiro


ALEXANDRE VALLEPRRJSIM
ALTINEU CÔRTESPMDBRJSIM

AUREOSDRJSIM

CELSO JACOBPMDBRJSIM

CRISTIANE BRASILPTBRJSIM


EZEQUIEL TEIXEIRAPODERJSIM

FRANCISCO FLORIANODEMRJSIM

JULIO LOPESPPRJSIM

LEONARDO PICCIANIPMDBRJSIM

MARCELO DELAROLIPRRJSIM

MARCO ANTÔNIO CABRALPMDBRJSIM
MARCOS SOARESDEMRJSIM

PAULO FEIJÓPRRJSIM
PEDRO PAULOPMDBRJSIM
ROBERTO SALESPRBRJSIM

ROSANGELA GOMESPRBRJSIM

SIMÃO SESSIMPPRJSIM
SORAYA SANTOSPMDBRJSIM

WALNEY ROCHAPENRJSIM
ZÉ AUGUSTO NALINPMDBRJSIM

Já o segundo-secretário, Felipe Bornier (PSD-RJ), é acusado de uso indevido de meio de comunicação social nas eleições do ano passado. Ele nega qualquer irregularidade.

Minas Gerais


ADEMIR CAMILOPODEMGSIM
AELTON FREITASPRMGSIM
BILAC PINTOPRMGSIM
BONIFÁCIO DE ANDRADAPSDBMGSIM
BRUNNYPRMGSIM
CAIO NARCIOPSDBMGSIM
CARLOS MELLESDEMMGSIM
DÂMINA PEREIRAPSLMGSIM
DELEGADO EDSON MOREIRAPRMGSIM
DIEGO ANDRADEPSDMGSIM
DIMAS FABIANOPPMGSIM
DOMINGOS SÁVIOPSDBMGSIM

FÁBIO RAMALHOPMDBMGSIM
FRANKLINPPMGSIM

JAIME MARTINSPSDMGSIM

LEONARDO QUINTÃOPMDBMGSIM

LUIS TIBÉPTdoBMGSIM
LUIZ FERNANDO FARIAPPMGSIM

MARCELO AROPHSMGSIM
MARCOS MONTESPSDMGSIM
MARCUS PESTANAPSDBMGSIM

MAURO LOPESPMDBMGSIM
MISAEL VARELLADEMMGSIM
NEWTON CARDOSO JRPMDBMGSIM

PAULO ABI-ACKELPSDBMGSIM
RAQUEL MUNIZPSDMGSIM

RENATO ANDRADEPPMGSIM
RENZO BRAZPPMGSIM
RODRIGO DE CASTROPSDBMGSIM

SARAIVA FELIPEPMDBMGSIM

TENENTE LÚCIOPSBMGSIM
TONINHO PINHEIROPPMGSIM

ZÉ SILVASDMGSIM

Espírito Santo


LELO COIMBRAPMDBESSIM
MARCUS VICENTEPPESSIM

CENTRO OESTE


Mato Grosso

ADILTON SACHETTIPSBMTSIM
CARLOS BEZERRAPMDBMTSIM
EZEQUIEL FONSECAPPMTSIM
FABIO GARCIAPSBMTSIM
NILSON LEITÃOPSDBMTSIM
PROFESSOR VICTÓRIO GALLIPSCMTSIM
ROGÉRIO SILVAPMDBMTSIM

Mato Grosso do Sul

CARLOS MARUNPMDBMSSIM

ELIZEU DIONIZIOPSDBMSSIM
GERALDO RESENDEPSDBMSSIM

TEREZA CRISTINAPSBMSSIM

Distrito Federal

ALBERTO FRAGADEMDFSIM

IZALCI LUCASPSDBDFSIM
LAERTE BESSAPRDFSIM
ROGÉRIO ROSSOPSDDFSIM
RONALDO FONSECAPROSDFSIM

Goiás

ALEXANDRE BALDYPODEGOSIM
CÉLIO SILVEIRAPSDBGOSIM
DANIEL VILELAPMDBGOSIM

GIUSEPPE VECCIPSDBGOSIM
HEULER CRUVINELPSDGOSIM
JOÃO CAMPOSPRBGOSIM
JOVAIR ARANTESPTBGOSIM
LUCAS VERGILIOSDGOSIM
MAGDA MOFATTOPRGOSIM

PEDRO CHAVESPMDBGOSIM
ROBERTO BALESTRAPPGOSIM

THIAGO PEIXOTOPSDGOSIM

NORTE

Acre


FLAVIANO MELOPMDBACSIM
JÉSSICA SALESPMDBACSIM

Amazonas

ALFREDO NASCIMENTOPRAMSIM
ARTHUR VIRGÍLIO BISNETOPSDBAMSIM
ÁTILA LINSPSDAMSIM

PAUDERNEY AVELINODEMAMSIM
SABINO CASTELO BRANCOPTBAMSIM
SILAS CÂMARAPRBAMSIM

Pará


BETO SALAMEPPPASIM
DELEGADO ÉDER MAUROPSDPASIM

ELCIONE BARBALHOPMDBPASIM
FRANCISCO CHAPADINHAPODEPASIM
HÉLIO LEITEDEMPASIM

JOSÉ PRIANTEPMDBPASIM
JOSUÉ BENGTSONPTBPASIM
JÚLIA MARINHOPSCPASIM
LÚCIO VALEPRPASIM
NILSON PINTOPSDBPASIM
SIMONE MORGADOPMDBPASIM
WLADIMIR COSTASDPASIM

Rondônia


LINDOMAR GARÇONPRBROSIM
LUCIO MOSQUINIPMDBROSIM
LUIZ CLÁUDIOPRROSIM

MARINHA RAUPPPMDBROSIM
NILTON CAPIXABAPTBROSIM

Tocantins

CARLOS HENRIQUE GAGUIMPODETOSIM

DULCE MIRANDAPMDBTOSIM

JOSI NUNESPMDBTOSIM
LÁZARO BOTELHOPPTOSIM
PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDEDEMTOSIM

Amapá

ANDRÉ ABDONPPAPSIM
CABUÇU BORGESPMDBAPSIM

JOZI ARAÚJOPODEAPSIM

ROBERTO GÓESPDTAPSIM
VINICIUS GURGELPRAPSIM

Roraima

ABEL MESQUITA JR.DEMRRSIM

EDIO LOPESPRRRSIM
HIRAN GONÇALVESPPRRSIM
JHONATAN DE JESUSPRBRRSIM
MARIA HELENAPSBRRSIM
REMÍDIO MONAIPRRRSIM

NORDESTE

Alagoas

ARTHUR LIRAPPALSIM
CÍCERO ALMEIDAPMDBALSIM

MARX BELTRÃOPMDBALSIM
MAURÍCIO QUINTELLA LESSAPRALSIM

Sergipe


ANDRE MOURAPSCSESIM

FABIO REISPMDBSESIM

Pernambuco

ADALBERTO CAVALCANTIPTBPESIM

AUGUSTO COUTINHOSDPESIM

BRUNO ARAÚJOPSDBPESIM

EDUARDO DA FONTEPPPESIM
FERNANDO COELHO FILHOPSBPESIM
FERNANDO MONTEIROPPPESIM

JORGE CÔRTE REALPTBPESIM

LUCIANO BIVARPSLPESIM
MARINALDO ROSENDOPSBPESIM
MENDONÇA FILHODEMPESIM

RICARDO TEOBALDOPODEPESIM
SEBASTIÃO OLIVEIRAPRPESIM

ZECA CAVALCANTIPTBPESIM

Paraíba

AGUINALDO RIBEIROPPPBSIM
ANDRÉ AMARALPMDBPBSIM
BENJAMIN MARANHÃOSDPBSIM

EFRAIM FILHODEMPBSIM
HUGO MOTTAPMDBPBSIM

RÔMULO GOUVEIAPSDPBSIM

Bahia


ANTONIO IMBASSAHYPSDBBASIM
ARTHUR OLIVEIRA MAIAPPSBASIM

BENITO GAMAPTBBASIM
CACÁ LEÃOPPBASIM

CLAUDIO CAJADODEMBASIM

ELMAR NASCIMENTODEMBASIM
ERIVELTON SANTANAPENBASIM

JOÃO CARLOS BACELARPRBASIM

JOSÉ CARLOS ALELUIADEMBASIM
JOSÉ CARLOS ARAÚJOPRBASIM

JOSÉ ROCHAPRBASIM

LUCIO VIEIRA LIMAPMDBBASIM
MÁRCIO MARINHOPRBBASIM
MÁRIO NEGROMONTE JR.PPBASIM

PASTOR LUCIANO BRAGAPRBBASIM
PAULO AZIDEMBASIM

ROBERTO BRITTOPPBASIM

Rio Grande do Norte


BETO ROSADOPPRNSIM
FÁBIO FARIAPSDRNSIM
FELIPE MAIADEMRNSIM

ROGÉRIO MARINHOPSDBRNSIM
WALTER ALVESPMDBRNSIM

Piauí


ÁTILA LIRAPSBPISIM
HERÁCLITO FORTESPSBPISIM
IRACEMA PORTELLAPPPISIM
JÚLIO CESARPSDPISIM
MAIA FILHOPPPISIM

PAES LANDIMPTBPISIM

Ceará


ANÍBAL GOMESPMDBCESIM

DANILO FORTEPSBCESIM
DOMINGOS NETOPSDCESIM
GENECIAS NORONHASDCESIM
GORETE PEREIRAPRCESIM

MACEDOPPCESIM
MOSES RODRIGUESPMDBCESIM

PAULO HENRIQUE LUSTOSAPPCESIM

VAIDON OLIVEIRADEMCESIM

Maranhão

ALUISIO MENDESPODEMASIM
ANDRÉ FUFUCAPPMASIM
CLEBER VERDEPRBMASIM

HILDO ROCHAPMDBMASIM
JOÃO MARCELO SOUZAPMDBMASIM
JOSÉ REINALDOPSBMASIM
JUNIOR MARRECAPENMASIM
JUSCELINO FILHODEMMASIM

PEDRO FERNANDESPTBMASIM

SARNEY FILHOPVMASIM
VICTOR MENDESPSDMASIM 
O primeiro vice-presidente, Waldir Maranhão (PP-MA), responde a um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) no qual é acusado, com outros parlamentares, de lavagem de dinheiro e ocultação de bens. Ele foi flagrado em conversas telefônicas, com autorização da Justiça, durante a Operação Miqueias, da Polícia Federal, que investigou uma quadrilha que agia no desvio de recursos de fundos de pensão nos estados e municípios.

De acordo com a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, na interceptação telefônica Maranhão conversaria com o doleiro Fayed Traboulsi, também envolvido com a Operação Lava-Jato. Além disso, Maranhão teve a prestação de contas de sua campanha em 2010 rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA). Ele recorreu, mas o Tribunal Regional manteve a decisão.

Em nota enviada ao GLOBO por sua assessoria, o deputado declarou que o processo tramita “de forma embrionária” no STF e que ele tem “absoluta convicção de sua inocência”.